Noite de Autógrafos de A Ilha

Adriano Emilio de Sousa

Nasci em 1973, estudei minha vida inteira em escola pública e meu segundo grau foi técnico na área de telecomunicações. Não acredito que o ensino público tenha interferido de maneira negativa na minha formação. Se você quer estudar irá estudar, se não quer... bem... tanto faz se no final do mês há uma mensalidade para pagar ou não.

Sempre fui "chato" no que diz respeito as notas. Não gosto de 8 ou 9. Estar na média está fora de questão. Sempre gostei do 10. Persegui ele a vida inteira, alcancei-o várias vezes, falhei em muitas ocasiões, mas continuo sendo chato com isso, no momento, cursando marketing.

Gostava de ciências, achava que ia ser químico, ou algo que passasse o tempo misturando substâncias, mas acabei virando um técnico. É a vida. Na adolescência, isso em 1988, comecei a ter contato com computadores e o "químico" virou programador. Essa "chama" digital me acompanhou desde então, andando de mãos dadas com minha carreira técnica em grandes empresas do setor. E de tanto me auxiliar acabou transformando-se na minha atividade principal.

Nunca havia pensando em escrever, mas em junho de 2013, alguém perguntou porque eu não escrevia um livro e assim outra pessoa tomou o meu lugar...

Joshua Rubberman

Quando a pergunta foi feita, a imagem de um homem deitado em uma praia invadiu a minha mente. Quem é ele? Como foi para ali? Eu não sabia responder, era apenas uma imagem. Alguns dias se passaram e no dia 13 de junho eu sentei e decidi escrever quem era o rapaz da imagem. Então eu o acordei. Nos treze dias seguintes vivi como um náufrago e no dia 26 de junho eu já o conhecia muito bem. Havia acabado de escrever "A Ilha".

No segundo capítulo desse livro, eu precisava nomear um cadáver que havia encontrado na praia. E qual é o primeiro nome que me vem a cabeça? Joshua Rubberman! Mas que diabos é "Joshua Rubberman"? Não poderia ser João da Silva, ou qualquer outro mais comum? Mas Joshua? De onde tirasse esse nome? Sinceramente não sei, mas segui meu instinto e foi assim que batizei o morto. Depois disso pensei: Se eu não sou mais eu, posso perfeitamente ser esse aí de nome complicado. Feito! A partir de agora quem escreve é Joshua Rubberman.

Ainda curtindo a ressaca "pós-fim" de A Ilha (é realmente triste, não a história em si, mas me despedir dela...), uma nova imagem surgiu na minha mente, desta vez era um moderno trem negro, que trazia estampada uma cruz branca na sua frente. Ele me remetia a morte. Há algo além dela. Um destino para as "almas". A razão de existir o bem e o mal. Assim nasceu MeTRÔ, escrito dessa maneira porque na verdade é um trocadilho com a palavra morte. E na minha cabeça, seu eu estampasse "Morte" na lateral do trem, a letra "M" seria a maior e o "e" a menor, considerando a perspectiva da visão. Então mantive o "e" pequeno, indicando que ele está no lugar errado. Enfim, não sei porque explico isso já que só deve fazer sentido para mim (risos), mas eu não aprendo mesmo.

O terceiro livro... bem... esse foi deixar para outra ocasião, mas a forma de nascer é a mesma dos demais: uma imagem e "boom"! Outra história maluca da minha cabeça. Obrigado a você que leu tudo isso! E se desejar conhecer essas histórias, deve haver um botão ai embaixo que leva para a loja. Como sou eu quem envia os livros, acompanha o marcador e dedicatória (se desejar).

Um forte abraço e até breve!

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